Transformar vontade em ação. É este o propósito do ALMA, o novo programa de voluntariado interno da Alfaloc.
A Alfaloc acaba de lançar o ALMA – Programa de Voluntariado Corporativo, uma iniciativa que nasce no âmbito da sua estratégia de Sustentabilidade, integrada no Eixo Social: Proximidade & Parcerias Locais.
Mais do que um programa, o ALMA é um convite à ação. Um espaço estruturado, onde a vontade individual, e coletiva, dos colaboradores pode ganhar forma, organização e impacto real, em todas as delegações e departamentos do grupo.
O programa permite candidaturas individuais, ou em equipa, promovendo iniciativas de voluntariado nas áreas social, ambiental, educativa e comunitária, sempre com foco na proximidade ao território, onde a empresa opera.

Um sistema que reconhece o compromisso
Entre os principais objetivos do ALMA, está o reforço do sistema de recompensas interno, através da atribuição de horas de trabalho dedicadas a ações de voluntariado. A Alfaloc formaliza assim o seu compromisso: contribuir de forma consistente para causas relevantes e, simultaneamente, desenvolver competências internas como trabalho em equipa, criatividade, gestão de projetos, empatia e solidariedade.
Com projetos concretos e resultados mensuráveis, a empresa pretende também reforçar o seu impacto positivo na comunidade e consolidar a sua imagem, enquanto organização responsável e próxima.
Em conversa com Isabel Vilaça, Diretora das Pessoas da Alfaloc:

O que representa o ALMA na cultura da Alfaloc?
O ALMA, é um projeto há muito pensado pela empresa.
Sempre fomos uma empresa feita de pessoas e para pessoas. Por isso, este programa surge de forma muito natural. É a expressão clara do nosso ADN: proximidade, responsabilidade e compromisso com a comunidade que nos envolve.
O ALMA materializa o nosso propósito, que vai muito além do negócio. Queremos que cada colaborador sinta que trabalhar na Alfaloc é também ter espaço para contribuir para aquilo que está à nossa volta e que merece a nossa atenção e o nosso apoio.
Porque é importante que uma empresa crie tempo formal para o voluntariado?
Os portugueses são naturalmente solidários, mas o ritmo da vida nem sempre deixa espaço para agir. Ao criarmos tempo formal para o voluntariado estamos, na prática, a devolver esse espaço às nossas pessoas. Estamos a dizer que aquilo em que acreditam também importa aqui.
É uma forma clara de assumir que o impacto social não vive à margem da vida profissional, faz parte dela. Não é um gesto extra. É um compromisso consciente com o mundo que nos rodeia e com os valores que queremos viver dentro da empresa.
Que tipo de impacto gostariam de gerar junto das comunidades locais?
Queremos apoiar iniciativas já estruturadas, que respondam a necessidades reais na área social, ambiental ou educacional, mas também incentivar projetos criados pelos próprios colaboradores, que conhecem de perto as suas comunidades.
O nosso objetivo, é ir ao encontro dessas necessidades com sentido e responsabilidade. Queremos que as nossas ações façam verdadeiramente a diferença e que o nosso contributo ajude a gerar mudanças sustentáveis.
Que competências acredita que podem nascer destas experiências de voluntariado?
A primeira é, sem dúvida, a empatia… a capacidade de olhar a realidade, pelos olhos dos outros.
Depois, ao permitir a criação de iniciativas em grupo, o programa potencia competências como o trabalho em equipa, a elaboração e avaliação de projetos, a resolução de problemas e a criatividade. São aprendizagens que surgem de forma muito prática e que acabam por se refletir também na vida profissional.
O que diria a um colaborador que ainda está indeciso em participar?
Diria apenas que escute a sua vontade. Aqui não há pressão, há convite.
Acreditamos que o voluntariado nasce de dentro, no tempo certo de cada um. O nosso papel é criar o contexto, facilitar o caminho e abrir portas.
Sabemos que, quando contribuímos para a comunidade, algo também se transforma em nós. E essa transformação, quase sempre silenciosa, é inevitavelmente para melhor.